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NFL

Está de volta a liga de futebol americano. Depois de uns meses de pausa, a NFL regressa e com alguns resultados surpreendentes. Ainda é cedo, mas já dá para fazer algumas previsões de como começará este ano.. Centremos, para já, as atenções nos Saints, vencedores do Super Bowl.
A equipa mantém-se praticamente a mesma, o que, depois de um campeonato consistente e coeso como o do ano passado, é um excelente sinal. Mas, este primeiro jogo foi um jogo de azares para a equipa de New Orleans, com as lesões. Uma derrota sofrida, mas ainda assim um jogo espantoso, de grande resistência e dedicação. Arrisco dizer que em New Orleans a glória chegou para ficar e teremos mais um bom ano de football.
Os especialistas parecem mais apostados numa “época dos Cardinals”, apesar de alguns problemas de balneário, nomeadamente em relação a Matt Leinart. É uma equipa forte, sem dúvida, mas o football é um desporto de persistência e consistência. Sem uma equipa solidária e disposta a morrer em campo é muito difícil chegar à grande final.
Quanto aos Giants e aos Steelers, já se sabe. Começam sempre as épocas galvanizados com grandes vitórias e depois é sempre a descer.
A liga poderá ser acompanhada durante todo o ano na televisão por cabo, no canal ESPN. Só podemos dizer “thank you, cable”!

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true colours

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Primeiro eram os resultados de pré-época e os jogadores na reforma, o treinador analfabeto e um director desportivo banana. Depois foram as goleadas que eram só aos clubes fraquinhos e que de nada serviam nas contas da época. Mais tarde veio a tentativa de condenar ao declínio porque as goleadas já tinham parado. No início da segunda volta do campeonato a história era que o treinador analfabeto desgastava muito os jogadores e que eles em 2 jogos iriam acusar isso… não, em 4… não, em 6… pronto, algum dia terão que sentir isso… Lá pelo meio era a conversa de que o presidente da Comissão Disciplinar da Liga nos estava a ajudar e é claro que nem com goleadas às equipas fraquinhas podíamos escapar a essa acusação.

O treinador é analfabeto? Se calhar, mas não foi pelo seu belo português que o clube o contratou. Os jogadores estão na reforma? Sim, segundo as contas dos nossos adversários qualquer jogador que não jogue na sua equipa e tenha mais de 25 anos está velho e acabado. Mas, marcam e jogam melhor que todos os outros de todos os outros clubes. Goleámos os mais fraquinhos? E não só, que era para não deixar dúvidas no final de contas de que o campeonato na eventualidade de ser ganho o era com todo o mérito e não por demérito alheio ou falcatrua. O treinador puxa demasiado pelos jogadores? Claro. São jogadores de futebol profissional e têm que competir com o melhor nível do futebol europeu e não passar vergonhas de goleadas em competições internacionais. O director desportivo é banana e inexperiente? Se calhar. Mas começa a mexer nas peças como um verdadeiro profissional e os objectivos começam a ser cumpridos sem malabarismos com empresários e contratações inexplicáveis.

O campeonato, esse ainda não acabou e as dificuldades serão imensas, a começar pelo principal adversário que está apenas a 3 pontos e numa excelente forma. Mas a regularidade da equipa nos últimos meses deve dar-nos a confiança necessária para acreditar e gritar bem alto por nós e apenas por nós. Nós sim somos Benfica. Respiramos o clube na alegria e na tristeza. É um clube do coração e não das vísceras. A grande história que temos para trás levo-nos a suportar a mais profunda dor e a saber festejar com toda a naturalidade e alegria as grandes vitórias. Sabemos, acima de tudo, que os jogos se ganham dentro das 4 linhas, a jogar futebol. Falamos sempre no colectivo “o nosso Benfica”. Porque o Benfica é de todos nós, não é uma propriedade egoísta e rancorosa das nossas castrações individuais. O Benfica é a sua cor: vivo e espampanante. É-se Benfica.

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when the saints go marching in

Payton Manning não merece perder. Nestes poucos anos em que me tenho tornado fã do futebol americano julgo nunca ter visto um quarterback tão bom na NFL. Ficará marcado pelos seus erros no último quarto do jogo, o que não é de todo justo.

No entanto, a minha preferência ia para os Saints e não para os Colts. Gosto dos estreantes no Super Bowl porque arriscam e acabam por trazer mais espectáculo ao grande jogo. Apesar de ter entrado apreensiva, a equipa de New Orleans deixou o adversário assumir o jogo muito cedo e fez uma primeira parte banal ganhando poucas jardas, principalmente no primeiro quarto. Os Colts entraram melhor mostrando mais consistência, concentração e objectividade.

A segunda parte começa, porém, com uma entrada brilhante dos Saints graças à excelente direcção do seu treinador Sean Payton. É aí que Drew Brees mostra que não fica nada atrás de Manning. Arrisco até dizer que é um quarterback mais inteligente, embora tecnicamente não seja tão perfeito.

Os Colts acusaram a excessiva dependência de Manning a quem num momento crucial, a perder por 14 pontos, faltou frieza e segurança, acabando por entregar o ouro ao bandido a 3 minutos do fim. Por esta altura a defesa dos Saints estava bastante concentrada e a equipa atacante – o grande trunfo do emblema de New Orleans –  era um mar de alternativas.

Este ano o carnaval começa mais cedo na grande cidade do Louisiana.

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