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Posts Tagged ‘mulheres de atenas’

parabéns, pazinha!

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Acordar ao sábado de manhã para ver Felisbela Lopes é uma espécie de ritual pagão disfarçado de interesse pela actualidade. Não há qualquer justificação para dormir tão pouco com tanto frio. É um esforço hercúleo mas inglório; um fatalismo camoniano que interrompe o sonho das notícias lidas em conjunto na cumplicidade singular dos tontos.

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Para pessoas que tal como eu nasceram e cresceram sempre acompanhadas pela televisão fica a ideia de que as suas figuras mais marcantes permaneceriam. Para sempre. É por isso que quando uma delas morre parece que deixamos de estar salvaguardados, que uma imagem de conforto desaparece e ficamos por nossa conta com cada vez menos referências num mundo excessivamente plástico e rápido, sem rugas, sem poesia, sem memória.

Não tenho uma grande consideração ou estima especial por Rosa Lobato Faria. Mas tal como outras mulheres, a sua presença na minha memória irónica, britanicamente portuguesa e na doçura da primeira voz da poesia é permanente e demasiado relevante. Desconheço o mundo sem Rosa Lobato Faria, Carmen Dolores ou Isabel de Castro. Não imagino sequer que imagem teria eu da beleza das mulheres, da poesia e do teatro. E tenho quase a certeza que sempre que morre uma mulher bonita apagam-se quatro ou cinco estrelas no céu.

Não há tempo.

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tem um ar de lolita perdida, o olhar distraído de quem a cabeça está nas nuvens de todo o amor. os seios brancos como o rosto que solta os olhos como espelhos de uma montanha no inverno. as nádegas redondas e firmes e as pernas de bailarina protegidas a tempo pelas mãos delicadas. doce julia, quero morder-te as mãos.

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mulheres de atenas

leio na fashion de setembro, que encontrei ao acaso numa casa de banho, que uma thurman decidiu ser actriz após ter visto breakfast at tiffany’s. também eu. acontece que por motivos aos quais eu sou totalmente alheio, uma thurman não explica essa sua decisão com questões de ordem humanitária ou intelectual mas sim, veja-se lá, a partir de uma perspectiva feminina, de beleza e de características até um pouco fúteis. uma dessas características era o guarda-roupa de miss hepburn que, curiosamente, era desenhado por givenchy, etiqueta que hoje usa a própria thurman como imagem. e uma parece gostar dessas coisinhas que muitas mulheres julgam diminuir o seu género. talvez lhes soasse melhor se a actriz exigisse a paz no mundo ou queimasse um casaco de pele de raposa. porém, parece que esta prefere o glamour do seu feminismo.

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