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Posts Tagged ‘mulheres de atenas’

não se tocaram trombetas, nem houve confetis. a rua não parou, nem a televisão anunciou com pompa e circunstância as celebrações do evento. não houve discursos inflamados, nem poemas escritos por toda a cidade. ainda se ouve – isso sim – um silêncio gratificante.

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No reino animal uma parte substancial das fêmeas tem mecanismos de defesa e protecção desenvolvidos muito por causa das suas crias. O instinto e a capacidade física determinam a fraqueza e o poder de cada espécie. Nas mulheres há um elemento extraordinário que determina a sua resistência às adversidades: a personalidade. E, já agora, o cérebro em sentido amplo. Não sei se o mesmo acontecerá com alguns homens, demasiado ligados ao seu instinto. O que sei é que cada mulher terá a sua própria forma de adaptação. Umas mais do que outras, é certo, mas é algo que não podemos censurar ou até paternalizar. Dá-se é o exemplo. Tenho uns excelentes para dar, felizmente.

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Às vezes é difícil entender como determinadas pessoas conseguem reunir à sua volta um grande consenso e são merecedoras de muita amizade. Há qualidades essenciais para esse efeito: a humildade, a honestidade e, acima de tudo, a generosidade. Mas há um factor muito mais forte que gera a confiança, numa espécie de liderança emocional e social – a magnitude. Alguém como ela reúne aquelas primeiras características e essa presença imponente e aglomeradora. E apesar daquele feitiozinho torcido, aquela picuinhice constante, não se pode negar que nasceu com o sol no primeiro dia do Verão. That’s why the lady is a tramp.

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Deram-lhe um nome poético e doce. A grega. Veio do mar, onde o céu azul lhe abrilhanta os ombros morenos e os olhos. A grega. Todo o seu corpo parece ser livre, todos os seus gestos imprecisos e delicados. A grega. Não se afirma e em cada ponto dos seus lábios há mil primaveras.

*apesar da fonética não ser a mesma será algo como Chloe.

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O Teatro de Marionetas do Porto apresentou este Sábado “Make love not war”. No imaginário da guerra descobre-se a luta identitária, a desvalorização do outro, a desmotivação, a quebra e a ruína da estabilidade. Nada mata mais do que a guerra identitária. Talvez o próprio amor. Sim, talvez o amor mate mais.

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bórgia

pelo gradualismo da repetição e pela mecanização, o corpo sujeita-se. o corpo da mulher sujeita-se. e o nosso corpo também se sujeita e daí que, revoltoso, se prenda em tensões e jamais se liberte. foi então que comprámos bilhetes para a dança.

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