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Archive for Julho, 2010

ataraxia

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resilient

Cobb: “What’s the most resilient parasite? An Idea. A single idea from the human mind can build cities. An idea can transform the world and rewrite all the rules.”

Inception (2010), Christopher Nolan.

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Chris Nolan tem a capacidade de criar em três elementos distintos e interdependentes: narrativa, cenário e mensagem. A interligação entre os três elementos, deveras complexa, é feita com o rigor de quem está empenhado em fazer cinema. Pois é  disso mesmo que estamos à espera, que se faça cinema.
Em Inception (2010), Nolan vai reunir consequências das suas experiências anteriores e contruir uma narrativa complexa, não em puzzle, mas sim em lego, onde todos nos sentimos integrados e na linha da frente do conhecimento dos factos que se vão construindo por força das circuntâncias.
Para isso, e através do tema principal, constrói uma cenografia que se altera e que projecta sempre o peso característico dos sonhos, o incómodo da alteração física dos espaços que nasce, de certa forma, com a ideia de que não sabemos muito bem como chegámos ali.
Com a forma e a matéria bem estruturadas consegue, então, tornar o enredo consistente e escorreito para chegar assim a uma moral. Acontece que a moral em Nolan está em vários lugares. E pode, também, não ser apenas uma. É o cinema a projectar a complexidade dos tempos e a tentar equilibrar forças, tal como Artaud falava do Teatro em relação à sua origem.
A única coisa que chateia em Inception é a banda sonora. Música de suspense exagerada e completamente ultrapassada. Tem muito que aprender com Scorsese, nesse capítulo.

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Não se explica a mediocridade aos medíocres. João Lopes teve a elegância e a generosidade de o tentar fazer. Apesar de nao valer a pena o esforço (não há coisa mais desgastante do que dizer o óbvio), aqui fica esse texto de um pensador subvalorizado.

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 Um dia, para me sentir mais ligado ao novo espaço urbano europeu, compro uma mota para circular na selva.

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morte lenta

Ainda assim, a maior solidão de todas é a das pausas em que, longe de nós próprios, somos abandonados à triste realidade dos sapatos envernizados e das mãos insatisfeitas sob o peso do sol.

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 “As pessoas não casam para ser felizes. As pessoas casam para ser novas.”

Este post do Tiago, de 20 de Julho, é um tratado, minhas senhoras e meus senhores, um tratado.

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